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Informações inverídicas relacionadas às vacinas são principais vilões da imunização infantil.
Há poucas semanas, a Organização Mundial da Saúde e do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef, emitiram um alerta global sobre a queda global dos índices de vacinação infantil. Informaram ao mundo que uma em cada cinco crianças não recebeu nenhuma dose ou não completou o esquema de doses necessário para ficar completamente imunizada contra doenças para as quais existem vacina.
Significa que, em todo o mundo, 25 milhões de crianças não estão devidamente protegidas. Essa é uma questão que preocupa as autoridades de saúde do nosso país e especialistas há tempos vem alertando sobre o problema.
Uma pesquisa apresentada pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pelo Instituto Questão de Ciência revelou que as fake news relacionadas às vacinas são um problema sério no nosso país.
O medo de possíveis efeitos adversos e a falta de confiança nos imunizantes são os principais motivos que têm feito com que pais e responsáveis negligenciem a vacinação de crianças e adolescentes. Esses dois argumentos foram maiores do que motivo como esquecimento, a falta de vacinas no serviço público e o preço das doses nos serviços privados, que também são desculpas comumente apresentadas para a não-vacinação de crianças e adolescentes.
A pesquisa, que foi realizada com pediatras de todo o país, revelou também que a vacina contra a covid-19 é a que tem gerado maior apreensão entre as famílias, seguida pelas doses contra a gripe e a febre amarela.
