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Juros altos e endividamento fazem economia retrair no último trimestre de 2022.
Juros elevados e endividamento das famílias desaceleraram a economia em 2022. No quarto trimestre, houve retração de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB). O resultado encerrou o ano com um crescimento de 2,9%, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas.
Os setores que mais contribuíram para o desempenho positivo da economia foram os de atividades de alojamento, alimentação, saúde privada, educação privada, serviços prestados às famílias e às empresas.
Foram áreas que sofreram maiores perdas em virtude do distanciamento social provocado pela pandemia de covid-19, que impulsionaram o PIB em 2022 com a retomada das atividades sociais e apoio à economia com estímulos fiscais e benefícios sociais.
A pesquisa da FGV demonstrou, ainda, que a economia teve um leve avanço entre novembro e dezembro, de 1,4% em relação a dezembro de 2021.
