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Ministério da Saúde tenta conter avanço dos casos de dengue, chikingunya e zika.

30/03/2023

Crescimento dos casos de dengue, chikingunya e zika, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, preocupa autoridades. Nos primeiros três meses do ano foram registrados mais de 210 mil casos prováveis de dengue, quantidade quase 44% maior, que a do mesmo período do ano passado.

Em relação à Chikungunya, o aumento foi de 97%, com 43 mil casos prováveis da doença. Já os registros de zika avançaram pouco mais de 32% na comparação anual, com mil 194 casos prováveis. Para controlar a alta nos registros das doenças, o Ministério da Saúde instalou em março um Centro de Operações de Emergências de Arboviroses.

O objetivo é elaborar estratégias para reduzir o número de casos e de óbitos, em conjunto com os estados e municípios. Uma das dificuldades é a falta do inseticida utilizado no processo de nebulização, o chamado fumacê, para o controle do Aedes aegypti.

O Ministério da Saúde tenta comprar o insumo desde o final de 2021.  É fundamental que a população ajude no combate a essas doenças com a eliminação de locais com água parada, para que não se tornem focos do mosquito.